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17 de março de 2010

É a semana dos telefonemas caricatos...

De manha foi um:

- Eu queria uma casa sem caruncho.

Há instantes foi um:

- Queria um T3 em que as paredes não fizessem interferência com a televisão.


16 de março de 2010

Esta tenho de partilhar

Senhor ao telefone - Está lá, menina?
Juzinha da Silva - Está sim, *** da **** está a falar com a Juliana, em que posso ajudar?
Senhor ao telefone - Olhe, eu gostava de saber se os senhores alugam casas.
Juzinha da Silva - Sim senhor, temos várias casas, de que estava à procura?
Senhor ao telefone - Eu gostava de saber se alugam casas a meninas.
Juzinha Inocente - Claro que sim, está à procura de uma casa para a sua filha?
Senhor ao telefone - Não. Casas a meninas. A meninas, sabe? (baixando a voz) Putas...
Juzinha pensando que só podia ter ouvido mal - Como?
Senhor ao telefone - Eu queria saber se tinham alguma casa alugada a putas e onde era.
Juzinha depois de uma sonora gargalhada - Olhe, isso não sei que nós não nos metemos na vida das pessoas mas se comprar o jornal, na zona dos anúncios pessoais tem lá vários contactos que terão todo o gosto em lhe dar a informação de que precisa.

Piiiii piiiii piiiii....

Eu fico na dúvida se estas coisas são no gozo ou se há mesmo algures um homem com voz de avô que acha que a melhor forma de encontrar putas é telefonar para um imobiliária....

1 de fevereiro de 2010

27ª coisa completamente aleatória

Não posso estar ao pé de pessoas com tiques de fala porque inconscientemente começo a imitá-los.
Depois fico nervosa porque começo a pensar que se calhar a pessoa vai achar que estou a gozar com ela e ainda me acontece mais.

Se me chegam aqui e dizem:
"Eu estava à procura assim tipo de uma coisa pequena, assim tipo um t1, assim tipo só um quarto"

eu respondo:
"Temos vários à escolha, assim tipo com garagem ou sem garagem ou assim tipo com sótão ou sem sótão. Quer mais perto do centro ou assim tipo mais na periferia?"

Já se me dizem:
" É uma situação complicada, está a perceber? Porque a casa não é só minha, está a perceber? E o meu irmão não sabe ainda bem o que quer, está a perceber?"

eu respondo:
"Mas eu preciso mesmo de saber como querem fazer, está a perceber? É que tenho de tratar da papelada, está a perceber? E preciso mesmo que me dêem uma resposta, está a perceber?"

Deviam haver comprimidos para isto!

Há cachopas que não sabem estar caladinhas

São as chamadas boca de trapos, desbocadas ou até inconvenientes.
Gente má que prefere envergonhar uma amiga a ficar de boquinha fechada.
Mas vá, eu faço-lhe a vontade, dona Marta.

Isto é o que ela queria que eu escrevesse:

No sábado passado fui salva por um cavaleiro de capa e espada, montado no seu cavalo branco que pegou em mim e me levou para longe do perigo do dragão flamejante e partilhámos um beijo romântico sob um pôr do sol púrpura numa qualquer praia do mundo das fadas.

Isto foi o que realmente aconteceu:

Depois de ter sido uma fofa querida que foi ajudar a desbocada a levar sei lá quantos fatos para a peça dos putos fui convidada para jantar para agradecer a gentileza (sim, eu sou assim muito boazinha mas exijo subtilmente comida como pagamento).
Ela queria fazer lasanha mas não tinha queijo nem natas e por isso fomos ao supermercado. Claro que nunca se vai ao supermercado comprar só queijo e natas.. aproveita-se logo para fazer compras para a semana toda...
Como eu sou uma rapariga cheia de sorte adivinhem lá quem é que me viu entre o corredor dos detergentes e das esponjas da loiça? Sim... o fuinha!
Lá veio ele falar comigo (estava muito ofendido pela forma como tinha sido tratado, coitadinho) e eu continuei a andar de corredor em corredor sem lhe responder.
Soube depois que enquanto isto se passava estava a dona Marta ao telefone a fazer queixinhas como se não houvesse amanhã, qual agente em busca do tal cavaleiro de capa e espada que na vida real estas coisas não acontecem por acaso e exigem um elevado nível de manipulação.
Continuava eu a ignorar por completo o traste falante que me seguia de corredor em corredor quando ele começa a dizer que se tivesse de ir falar com os meus pais para me meterem juízo na cabeça que o fazia sem problemas (sim, nós temos 5 anos e ele vai contar tudo à professora..).
A sério.. quem é que diz uma coisa destas? Ou quem é que acha que é este tipo de "ameças" que vão fazer alguma diferença depois de tudo o que se passou?
Bom, viro-me para ele e começo a barafustar, que não tem nada que estar a meter a minha família naquelas porcarias e blá blá blá e começa ele a barafustar que eu não o posso tratar assim, que ele não merecia, já a agarrar-me no braço quando eu tentava sair dali. Enfim, coisa bonita de se ver no corredor das batatas fritas.
Estava eu no meio deste drama de telenovela ranhosa da TVI quando o cuidadoso trabalho da Marta transforma a telenovela ranhosa em filme de segunda categoria que passa ao fim da tarde no canal dois.
Quando eu pensava que não podia ter ainda mais vontade de me enfiar num buraquinho e desaparecer eis que me viram de repente e me espetam um beijo.
Sim. Leram bem. E não, não foi o fuinha. E não, não foi um beijinho na cara.
Foi mesmo um beijo na boca, seguido de um "olá amor" seguido de um "olha lá, mas eu já não te disse para a deixares em paz" seguido de um " olha Juliana, eu sei que me disseste para ter calma, mas a calma está-se a acabar" seguido de um " se voltas a importuná-la outra vez vamos ter chatices.
E eu ali, pendurada no braço do meu "salvador" alugado a pensar onde é que estavam as câmaras porque aquilo só podia ser para os apanhados.
A única coisa que me impediu de meter um bocadinho de veneno dos ratos na comida da Marta durante o jantar depois dela me contar o que tinha feito foi mesmo a eficácia da marosca.
É que o fuínha virou-se para mim e disse com um ar indignado "já vi que não mereces o meu tempo, está lá descansada que me mim não vais ouvir mais nada." e foi-se embora.
"Ohhhh... mas isso até é um final feliz" - dizem agora vocês.
Não minha gente. Isto não foi um final feliz... foi um meio constrangedor seguido de um momento extremamente embaraçoso.
A sério, como é que uma pessoa reage a isto? Qual é a etiqueta?
Eu digo-vos qual a etiqueta: olhos no chão, boca calada e preces silenciosas para que aparecesse qualquer desculpa para sair dali o mais rapidamente possível.
Mas como é óbvio estes momentos são para prolongar e por isso a Marta tratou logo de perguntar ao Rodrigo se não queria vir jantar connosco (sim, ela paga *todos* os serviços que lhe são prestados por amigos com comida).
E assim se passou um serão em que eu só sabia pedir desculpa, a Marta só gozava com a minha cara e o Rodrigo lá tentava ser porreirinho e dizia que até tinha sido divertido, que tinha valido a pena ver a cara do fuinha e que eu não tinha de estar assim tão constrangida com a situação.
Fim.
O quê? Falta a parte do cavalo branco e da praia?
Bem... no final do jantar ele ofereceu-me boleia e o carro era branco e no caminho falámos de peixes. Serve?

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Satisfeita, sua boca de trapo?




31 de janeiro de 2010

26ª coisa completamente aleatória

Suspiro pela primavera.
Pelo sol. Pelo calor.
Não porque não goste do frio, eu estou é um bocado farta de meias de licra que se rompem nos momentos mais inoportunos.

30 de janeiro de 2010

25ª coisa completamente aleatória

Cortei-me a abrir um envelope.
A parte estúpida é que não me cortei nem no papel nem no abre-cartas (que a bem dizer não corta nem manteiga no Verão...).
Não, não, não.. eu cortei-me na minha própria unha!

29 de janeiro de 2010

24ª coisa completamente aleatória

Pára tudo!
Não me venham com histórias. Há e tal, não é importante. Não é importante uma ova!
Eu estou aqui para vos dizer a verdade: o tamanho importa e *muito*.
Vejamos:
O barulho de placas de esferovite a esfregar em qualquer coisa faz-me ter vontade de arrancar o cabelo às mãos cheias.
Já o barulho das minúsculas esferas de esferovite a roçarem-se umas nas outras dentro de um puff é um som extremamente agradável aos meus ouvidos.


28 de janeiro de 2010

23ª coisa completamente aleatória

Pelos comentários num post ali em baixo reparei que havia muita gente confusa com a duração dos meus banhos.
Um banho demora em média 20 a 30 minutos de molho em água quente e perfumada. Os banhos são no entanto guardados para dias mesmo muito cansativos ou ocasiões especiais.
Um duche demora 12 minutos: 3 minutos para esfregar o corpinho com força para retirar toda a porcaria e células mortas, 3 minutos para o champô, 3 minutos para o amaciador em conjunto com a máscara facial e 3 minutos para aprumar a depilação.
Um duche às escuras demora ainda menos.
O que realmente demora tempo é o ritual antes de entrar na banheira em ambos os casos.
Eu tenho de desembaraçar o cabelo.
Eu tenho de limar as unhas (sempre... ).
Eu tenho de lavar a cara com o esfoliante porque me fazem confusão as bolinhas daquilo no duche ou no banho.
Eu tenho de preparar as toalhas, uma para o corpo, uma para o cabelo e uma para meter os pés quando saio da banheira.
Os rituais demoram pelo menos um quarto de hora... e é por isso que eu fiquei sem luz a meio do duche.
É que nem sei como é que vocês conseguiam viver o resto das vossas vidas sem esta informação...

27 de janeiro de 2010

22ª coisa completamente aleatória

Moscas no inverno?

Moscas *chatas* no inverno.

Não deviam ter morrido todas com o frio? Ou hibernado, sei lá... pelo menos emigrado para destinos mais calorosos?

26 de janeiro de 2010

21ª coisa completamente aleatória

Cada vez que me esqueço do relógio em casa ( certa de 3 dias por semana, se tiver sorte) passo o dia a olhar para o pulso.

Nos dias em que uso relógio raramente olho para ele...

25 de janeiro de 2010

20ª coisa completamente aleatória

Os candeeiros são uns objectos perigosos porque nos dão uma falsa sensação de segurança de que há luz à distancia de um interruptor.
Nós usamos as velas todas da casa em banhos perfumados e jantares patéticos para levantar a auto-estima (sabem.. aqueles em que comemos à luz das velas e dizemos a cada garfada "eu mereço fazer coisas assim mesmo estando sozinha") porque não nos passa pela cabeça que um dia teremos de voltar à idade média.
Pois oiçam o que vos digo: um candeeiro apenas se aproveita do trabalho duro da lâmpada e quando ela se reforma com um estalido sonoro e a vossa casa de banho é inundada por uma escuridão imensa (bom.. não imensa que a casa de banho é bem minorca) de nada vos vale. Está apenas ali, pendurado com ar inútil... ou estaria se vocês o conseguissem ver no negrume.
Depois o que é que se faz?
Toma-se banho com o portátil ligado na casa de banho para ter um bocadinho de claridade.. pelo menos durante 10 minutos porque como é óbvio esqueci-me de desligar a protecção de ecrã e entre o champô e o amaciador voltou o breu.
Candeeiros.. humpfft!

24 de janeiro de 2010

19ª coisa completamente aleatória

Com tanta fotografia eu ando a ficar com vontade de arranjar uma tartaruga para me fazer companhia.
Depois penso no trabalho que dá e mudo de ideias.
Depois comparo com o trabalho que dá ter um cão ou um gato e sinto-me tentada outra vez.
Depois penso que a maior parte delas não dura duas semanas e mudo de ideias.
Depois penso que são um animal que a durar nos acompanha toda uma vida e pelo menos por morrer de velhice não nos dá desgosto e sinto-me tentada outra vez.
Depois penso que se eu morrer primeiro que a tartaruga ela pode ficar sozinha, sem ninguém para tomar conta dela que sabe-se lá se eu vou casar e ter filhos ou ficar sozinha e caquética, só eu e a minha tartaruga por quem hei-de ter uma afeição desmesurada porque é a minha única companhia e logo me aperta o peito a angústia de deixar assim a bichinha e mudo de ideias.
Depois penso que mesmo que eu não encontre ninguém e que fique sozinha a minha vida toda, que mais vale sozinha que com trastes como o último, podia deixar a tartaruga ao meu irmão que sempre é uns aninhos mais novo que eu e sinto-me tentada outra vez.
Depois penso que o irresponsável do meu irmão não foi capaz de tomar conta da porcaria de um tamagochi quando já tinha para aí uns 13 anos e que não ia deixar a minha companheira de vida nas mãos de alguém que não conseguiu manter vivo um bicho electrónico e mudo de ideias.
Depois penso que a bem ver o meu irmão é bem parecido, até tem piada e na realidade até cresceu para se tornar um homenzinho 5 estrelas e que possivelmente se vai casar com uma rapariga que, apesar de não o merecer como é óbvio, até é atinadinha e devem ter pelo menos uns dois putos que o meu irmão é louco por cachopos e que uma família assim devia saber tratar da minha adorada tartaruga que sempre me acompanhou quando mais ninguém me quis e sinto-me tentada outra vez.

Ai... as tartarugas são bichos tão complicados!

23 de janeiro de 2010

18ª coisa completamente aleatória

Dizem que as gatas com cio parecem bebés a chorar.
Eu não concordo com esta afirmação.
Correcto seria dizer que *algumas* gatas com cio parecem *alguns* bebés a chorar.
Nunca ouvi um bebé berrar a plenos pulmões "mauuuuu mauuuuuu mauuuuuuu" em voz grossa como a gata da minha vizinha faz... mas acima de tudo nunca ouvi uma gata fazer nenhum som parecido com a birra de uma criancinha hoje no supermercado.
A bem dizer nunca tinha ouvido nenhum bebé fazer semelhante som, por isso não são as gatas que estão em falta.
Sabem quando estão a gravar qualquer coisa e juntam demasiado o micro ao gravador e faz aquele piiiiiiiii estridente? Agora imaginem um anjinho louro de palmo e meio a gritar nessa frequência "maxeuquer maxeuquer maxeuquer" durante quase 10 minutos.

22 de janeiro de 2010

Histórias porcas

Eu não quero ter a fama e não ter o proveito.
Já me perguntaram várias vezes porque é que eu não escrevo posts como no meu blog antigo. Bom... este é um blog partilhado e eu ainda não me tinha ambientado bem. Não tinha a certeza se efectivamente era suposto eu começar a encher isto de bolinhas vermelhas.
Foi-me dada carta verde e hoje nas pesquisas que vieram dar aqui ao antro estava a procura pela bela "história porca". É a minha deixa.

"Era uma vez (todas as histórias começam assim, não sabiam) um menino chamado Afonso e uma menina chamada Helena.
A Helena quando acordou e viu o lindo dia de sol que estava lembrou-se de ir passear ao jardim. Agarrou na sandocha de ovo, atum e maionese e lá foi ela.
O Afonso tinha o hábito de todos os dias almoçar no jardim, quer chovesse como no dia anterior, quer fizesse sol como nesse dia.
Ficaram lado a lado na relva, comendo com o olhar o espaço que os dividia sem conseguirem esconder a atracção que sentiam um pelo outro.
Infelizmente o sol foi de pouca dura... literalmente porque começou a cair uma carga de água e a Helena levantou-se prontamente, correndo para abrigo seco.
Ah.. mas o destino não falha e com a atrapalhação da chuva esbarrou contra o Afonso e espalhou a maionese por todo o lado direito da camisa preta que ele vestia. O embate foi tão forte que o termo destapado que o Afonso tinha na mão se derramou sem cerimónias na saia beje da Helena e a mulher, combalida falhou o passo e caiu de rabo no chão.
Afonso apressou-se a agarra-la com firmeza mas o chão escorregadio também dele fez vitima e aterrou com a cara bem pressionada nos seios fartos de Helena.
A proximidade foi a gota final e o beijo surgiu do nada, apaixonado, quente, húmido de chuva e de línguas entrelaçadas.
As mãos sujas de lama de Afonso apressaram-se nos botões da camisa de Helena que de tão molhada já deixava adivinhar a pele que o chamava. A lama deixou traços grossos na pele da mulher quando ele a acariciou com sofreguidão.
Rebolaram sobre a relva, sobre a lama, sobre dois cocós secos e sobre um chupa velho que se agarrou teimosamente à camisa preta já amarrotada.
Uma mão subiu a saia, outra mão desapertou as calças e não fosse a polícia ter aparecido o casal ter-se-ia entregado à paixão ali mesmo.
Trocaram números de telefone a caminho da esquadra e sussurraram um ou outro promessas de que mais estava para vir.
O que as mãos fizeram numa cela imunda no entretanto... só eles sabem. "

Porco o suficiente?

17ª coisa completamente aleatória

Um terror pessoal meu: portas de casa de banho que não fecham como deve de ser. Estamos aflitinhas, a casa de banho está cheia e a única sanita que não tem um cu sentado está por trás de uma porta que não tranca.
Ai, o drama... Sim, que a bexiga aperta e eu acabo por entrar no cubículo. Depois olho para a porta e penso "ora como é que eu te vou manter fechada?".
As minhas técnicas predilectas são:
- perder o amor à mala e mete-la no chão a servir de calço.
- inclinar o corpo enquanto se espeta o rabo para o ar de braço esticado a segurar a porta
- cobrir generosamente o tampo da sanita com papel, sentar completamente inclinada para trás com as perninhas esticadas e os pés encostados à porta.
Utilize eu qualquer técnica que seja nada me tira o desconforto (não o da posição escolhida.. que esse é um dado adquirido) de estar numa casa de banho com a porta aberta.
Sim, que eu *sei* que ela está aberta. Apesar de aparentar estar fechada eu sei a verdade... e a verdade não me deixa fazer chichi descansada, a porca.

21 de janeiro de 2010

Ao senhor Voador

Antes de mais muito obrigado pela visita aqui ao nosso blog. É sempre um gosto receber mais um vizinho!
O senhor Voador fez duas perguntas que me deixaram a pensar: porque é que, continuando o fuinha a chatear-me a cabeça eu não uso os mesmos contactos que tanto o interessaram para lhe estragar a vidinha e porque é que ainda não contratei ninguém para lhe dar uma carga de porrada.
As respostas apontam para a minha natureza bondosa (e estúpida, muito estúpida) e para a minha falta de conhecimento de uma empresa certificada que faça esse tipo de serviços. :P
O meu pai não sabe da história a metade. Não lhe conto por duas razões: primeiro já sou uma cachopa crescidinha e não quero preocupar o meu pai visto que tenho de ser capaz de resolver esta questão pelos meus próprios meios; segundo porque se o meu pai soubesse de tudo era homem para não só dar cabo da vida profissional do fuinha como de lhe ir às trombas mesmo.
Ora o fuinha é um fuinha. A bem ver o fuinha até poderia merecer uma coisa dessas mas eu só quero que ele me deixe em paz e siga a sua vidinha e seja muito feliz. Apesar de tudo houve uma altura em que me dediquei a ele, esforcei-me para lhe dar o que ele precisava, amparei-o e torci pelo seu sucesso... sinto-me um pouco mãe e apesar dos desgostos, da ruptura e agora da perseguição eu (ainda) não lhe quero mal. Só quero que ele desapareça da minha vida e me deixe em paz.
Mais uma vez obrigado pela visita e pelos comentários!

17ª coisa completamente aleatória

Passar de um rato de bola (sim, dos antigos) para um rato sem fios é como passar de um opel para um mercedes.. para alguns.
Para mim... é estar um passo mais perto da insanidade mental. Eu devo fazer interferência e tudo quanto é wireless funciona aos soluços comigo.
A grande diferença é que com o rato antigo eu encontrava alguma paz de espírito na tarefa de tirar a bolinha e limpar as rodinhas. Dava-me uma sensação de controlo, de poder fazer alguma coisa para melhorar o funcionamento do bicho. Com este.. sinceramente já só me apetece atirá-lo à parede.

20 de janeiro de 2010

16ª coisa completamente aleatória


Por vezes ponho-me a pensar em palavras e na sua versatilidade.
A palavra tampa, por exemplo. Pode ser usada como sinónimo de rolha, como algo que tapa um recipiente que invariavelmente chamamos de tápáruére, assim com as vogais muito abertas , como rodela de metal que se eleva da estrada na esperança de dar cabo de um pneu ou outro, como testo de uma panela.
No entanto de todas as suas possíveis aplicações a que eu mais gosto é "levaste uma tampa".
A mim o que me vem logo à mente é um daqueles concursos de televisão onde quem não ganha leva um prémio de consolação. Faço logo o filme na minha cabeça de alguém a dizer "pois... realmente não tens hipóteses de me levar para a cama.. mas toma aqui esta tampa para não ficares tão triste".
E agora pergunto... e uma pessoa usa a tampa para quê? É que se ainda fosse a panela inteira...

19 de janeiro de 2010

15ª coisa completamente aleatória

Para quem achava que os australopitecos desapareceram há uns 3 milhões de anos eu tenho notícias animadoras.
Conheço pelo menos um vivo.
É que preenche os requisitos.. também prova que a inteligência não precedeu o bipedalismo e aposto que o seu cérebro também é sensivelmente 35 % menor que o do Homo sapiens.

18 de janeiro de 2010

14ª coisa completamente aleatória

Porque é que há tanta gente completamente fascinada com dinossauros?
Quando eu digo fascinada estou a falar de posters gigantes de pterodáctilos (que, fiquei a saber hoje não é considerado por muitos sequer um dinossauro) na sala, esqueletos montados, réplicas de fósseis.
É por estarem extintos?
É por serem enormes?
É por se assemelharem a dragões de conto de fada?
Ou é por teres nomes que dão nós na língua a qualquer leigo que os ouse tentar pronunciar?