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1 de fevereiro de 2010

27ª coisa completamente aleatória

Não posso estar ao pé de pessoas com tiques de fala porque inconscientemente começo a imitá-los.
Depois fico nervosa porque começo a pensar que se calhar a pessoa vai achar que estou a gozar com ela e ainda me acontece mais.

Se me chegam aqui e dizem:
"Eu estava à procura assim tipo de uma coisa pequena, assim tipo um t1, assim tipo só um quarto"

eu respondo:
"Temos vários à escolha, assim tipo com garagem ou sem garagem ou assim tipo com sótão ou sem sótão. Quer mais perto do centro ou assim tipo mais na periferia?"

Já se me dizem:
" É uma situação complicada, está a perceber? Porque a casa não é só minha, está a perceber? E o meu irmão não sabe ainda bem o que quer, está a perceber?"

eu respondo:
"Mas eu preciso mesmo de saber como querem fazer, está a perceber? É que tenho de tratar da papelada, está a perceber? E preciso mesmo que me dêem uma resposta, está a perceber?"

Deviam haver comprimidos para isto!

31 de janeiro de 2010

26ª coisa completamente aleatória

Suspiro pela primavera.
Pelo sol. Pelo calor.
Não porque não goste do frio, eu estou é um bocado farta de meias de licra que se rompem nos momentos mais inoportunos.

30 de janeiro de 2010

25ª coisa completamente aleatória

Cortei-me a abrir um envelope.
A parte estúpida é que não me cortei nem no papel nem no abre-cartas (que a bem dizer não corta nem manteiga no Verão...).
Não, não, não.. eu cortei-me na minha própria unha!

29 de janeiro de 2010

24ª coisa completamente aleatória

Pára tudo!
Não me venham com histórias. Há e tal, não é importante. Não é importante uma ova!
Eu estou aqui para vos dizer a verdade: o tamanho importa e *muito*.
Vejamos:
O barulho de placas de esferovite a esfregar em qualquer coisa faz-me ter vontade de arrancar o cabelo às mãos cheias.
Já o barulho das minúsculas esferas de esferovite a roçarem-se umas nas outras dentro de um puff é um som extremamente agradável aos meus ouvidos.


28 de janeiro de 2010

23ª coisa completamente aleatória

Pelos comentários num post ali em baixo reparei que havia muita gente confusa com a duração dos meus banhos.
Um banho demora em média 20 a 30 minutos de molho em água quente e perfumada. Os banhos são no entanto guardados para dias mesmo muito cansativos ou ocasiões especiais.
Um duche demora 12 minutos: 3 minutos para esfregar o corpinho com força para retirar toda a porcaria e células mortas, 3 minutos para o champô, 3 minutos para o amaciador em conjunto com a máscara facial e 3 minutos para aprumar a depilação.
Um duche às escuras demora ainda menos.
O que realmente demora tempo é o ritual antes de entrar na banheira em ambos os casos.
Eu tenho de desembaraçar o cabelo.
Eu tenho de limar as unhas (sempre... ).
Eu tenho de lavar a cara com o esfoliante porque me fazem confusão as bolinhas daquilo no duche ou no banho.
Eu tenho de preparar as toalhas, uma para o corpo, uma para o cabelo e uma para meter os pés quando saio da banheira.
Os rituais demoram pelo menos um quarto de hora... e é por isso que eu fiquei sem luz a meio do duche.
É que nem sei como é que vocês conseguiam viver o resto das vossas vidas sem esta informação...

27 de janeiro de 2010

22ª coisa completamente aleatória

Moscas no inverno?

Moscas *chatas* no inverno.

Não deviam ter morrido todas com o frio? Ou hibernado, sei lá... pelo menos emigrado para destinos mais calorosos?

26 de janeiro de 2010

21ª coisa completamente aleatória

Cada vez que me esqueço do relógio em casa ( certa de 3 dias por semana, se tiver sorte) passo o dia a olhar para o pulso.

Nos dias em que uso relógio raramente olho para ele...

25 de janeiro de 2010

20ª coisa completamente aleatória

Os candeeiros são uns objectos perigosos porque nos dão uma falsa sensação de segurança de que há luz à distancia de um interruptor.
Nós usamos as velas todas da casa em banhos perfumados e jantares patéticos para levantar a auto-estima (sabem.. aqueles em que comemos à luz das velas e dizemos a cada garfada "eu mereço fazer coisas assim mesmo estando sozinha") porque não nos passa pela cabeça que um dia teremos de voltar à idade média.
Pois oiçam o que vos digo: um candeeiro apenas se aproveita do trabalho duro da lâmpada e quando ela se reforma com um estalido sonoro e a vossa casa de banho é inundada por uma escuridão imensa (bom.. não imensa que a casa de banho é bem minorca) de nada vos vale. Está apenas ali, pendurado com ar inútil... ou estaria se vocês o conseguissem ver no negrume.
Depois o que é que se faz?
Toma-se banho com o portátil ligado na casa de banho para ter um bocadinho de claridade.. pelo menos durante 10 minutos porque como é óbvio esqueci-me de desligar a protecção de ecrã e entre o champô e o amaciador voltou o breu.
Candeeiros.. humpfft!

24 de janeiro de 2010

19ª coisa completamente aleatória

Com tanta fotografia eu ando a ficar com vontade de arranjar uma tartaruga para me fazer companhia.
Depois penso no trabalho que dá e mudo de ideias.
Depois comparo com o trabalho que dá ter um cão ou um gato e sinto-me tentada outra vez.
Depois penso que a maior parte delas não dura duas semanas e mudo de ideias.
Depois penso que são um animal que a durar nos acompanha toda uma vida e pelo menos por morrer de velhice não nos dá desgosto e sinto-me tentada outra vez.
Depois penso que se eu morrer primeiro que a tartaruga ela pode ficar sozinha, sem ninguém para tomar conta dela que sabe-se lá se eu vou casar e ter filhos ou ficar sozinha e caquética, só eu e a minha tartaruga por quem hei-de ter uma afeição desmesurada porque é a minha única companhia e logo me aperta o peito a angústia de deixar assim a bichinha e mudo de ideias.
Depois penso que mesmo que eu não encontre ninguém e que fique sozinha a minha vida toda, que mais vale sozinha que com trastes como o último, podia deixar a tartaruga ao meu irmão que sempre é uns aninhos mais novo que eu e sinto-me tentada outra vez.
Depois penso que o irresponsável do meu irmão não foi capaz de tomar conta da porcaria de um tamagochi quando já tinha para aí uns 13 anos e que não ia deixar a minha companheira de vida nas mãos de alguém que não conseguiu manter vivo um bicho electrónico e mudo de ideias.
Depois penso que a bem ver o meu irmão é bem parecido, até tem piada e na realidade até cresceu para se tornar um homenzinho 5 estrelas e que possivelmente se vai casar com uma rapariga que, apesar de não o merecer como é óbvio, até é atinadinha e devem ter pelo menos uns dois putos que o meu irmão é louco por cachopos e que uma família assim devia saber tratar da minha adorada tartaruga que sempre me acompanhou quando mais ninguém me quis e sinto-me tentada outra vez.

Ai... as tartarugas são bichos tão complicados!

23 de janeiro de 2010

18ª coisa completamente aleatória

Dizem que as gatas com cio parecem bebés a chorar.
Eu não concordo com esta afirmação.
Correcto seria dizer que *algumas* gatas com cio parecem *alguns* bebés a chorar.
Nunca ouvi um bebé berrar a plenos pulmões "mauuuuu mauuuuuu mauuuuuuu" em voz grossa como a gata da minha vizinha faz... mas acima de tudo nunca ouvi uma gata fazer nenhum som parecido com a birra de uma criancinha hoje no supermercado.
A bem dizer nunca tinha ouvido nenhum bebé fazer semelhante som, por isso não são as gatas que estão em falta.
Sabem quando estão a gravar qualquer coisa e juntam demasiado o micro ao gravador e faz aquele piiiiiiiii estridente? Agora imaginem um anjinho louro de palmo e meio a gritar nessa frequência "maxeuquer maxeuquer maxeuquer" durante quase 10 minutos.

22 de janeiro de 2010

17ª coisa completamente aleatória

Um terror pessoal meu: portas de casa de banho que não fecham como deve de ser. Estamos aflitinhas, a casa de banho está cheia e a única sanita que não tem um cu sentado está por trás de uma porta que não tranca.
Ai, o drama... Sim, que a bexiga aperta e eu acabo por entrar no cubículo. Depois olho para a porta e penso "ora como é que eu te vou manter fechada?".
As minhas técnicas predilectas são:
- perder o amor à mala e mete-la no chão a servir de calço.
- inclinar o corpo enquanto se espeta o rabo para o ar de braço esticado a segurar a porta
- cobrir generosamente o tampo da sanita com papel, sentar completamente inclinada para trás com as perninhas esticadas e os pés encostados à porta.
Utilize eu qualquer técnica que seja nada me tira o desconforto (não o da posição escolhida.. que esse é um dado adquirido) de estar numa casa de banho com a porta aberta.
Sim, que eu *sei* que ela está aberta. Apesar de aparentar estar fechada eu sei a verdade... e a verdade não me deixa fazer chichi descansada, a porca.

21 de janeiro de 2010

17ª coisa completamente aleatória

Passar de um rato de bola (sim, dos antigos) para um rato sem fios é como passar de um opel para um mercedes.. para alguns.
Para mim... é estar um passo mais perto da insanidade mental. Eu devo fazer interferência e tudo quanto é wireless funciona aos soluços comigo.
A grande diferença é que com o rato antigo eu encontrava alguma paz de espírito na tarefa de tirar a bolinha e limpar as rodinhas. Dava-me uma sensação de controlo, de poder fazer alguma coisa para melhorar o funcionamento do bicho. Com este.. sinceramente já só me apetece atirá-lo à parede.

20 de janeiro de 2010

16ª coisa completamente aleatória


Por vezes ponho-me a pensar em palavras e na sua versatilidade.
A palavra tampa, por exemplo. Pode ser usada como sinónimo de rolha, como algo que tapa um recipiente que invariavelmente chamamos de tápáruére, assim com as vogais muito abertas , como rodela de metal que se eleva da estrada na esperança de dar cabo de um pneu ou outro, como testo de uma panela.
No entanto de todas as suas possíveis aplicações a que eu mais gosto é "levaste uma tampa".
A mim o que me vem logo à mente é um daqueles concursos de televisão onde quem não ganha leva um prémio de consolação. Faço logo o filme na minha cabeça de alguém a dizer "pois... realmente não tens hipóteses de me levar para a cama.. mas toma aqui esta tampa para não ficares tão triste".
E agora pergunto... e uma pessoa usa a tampa para quê? É que se ainda fosse a panela inteira...

19 de janeiro de 2010

15ª coisa completamente aleatória

Para quem achava que os australopitecos desapareceram há uns 3 milhões de anos eu tenho notícias animadoras.
Conheço pelo menos um vivo.
É que preenche os requisitos.. também prova que a inteligência não precedeu o bipedalismo e aposto que o seu cérebro também é sensivelmente 35 % menor que o do Homo sapiens.

18 de janeiro de 2010

14ª coisa completamente aleatória

Porque é que há tanta gente completamente fascinada com dinossauros?
Quando eu digo fascinada estou a falar de posters gigantes de pterodáctilos (que, fiquei a saber hoje não é considerado por muitos sequer um dinossauro) na sala, esqueletos montados, réplicas de fósseis.
É por estarem extintos?
É por serem enormes?
É por se assemelharem a dragões de conto de fada?
Ou é por teres nomes que dão nós na língua a qualquer leigo que os ouse tentar pronunciar?

17 de janeiro de 2010

13ª coisa completamente aleatória

Já ouviram a expressão "foder como coelhos". Eu hoje ouvi-a da boca de uma senhora que se queixava dos vizinhos que padeciam desse mal.
Ora... eu nunca vi um parzinho de coelhos a fazer o amor, mas com aquele pêlo todo devem ser silenciosos.
A expressão mais apropriada não seria "f*der como macacos", se aquilo a que nos estamos a referir não é apenas à frequência mas ao volume sonoro?
E desculpem lá... desde que não sejam berros a meio da noite que mal tem? Porque é que as pessoas ficam ofendidas?
Se fosse um bebé a chorar também se ofendiam?
E os berros de "GOOOOOOOOOOOOOLOOOOOO" que eu tenho de gramar cada vez que há jogo?
Olhem que os trocava de boa vontade por uma banda sonora bem mais interessante.

16 de janeiro de 2010

12ª coisa completamente aleatória

OK.. pronto.. eu confesso... qualquer coisa com gente aos saltinhos ao som da música me deixa rendida... Mas esta gente leva os saltinhos a um outro nível.



15 de janeiro de 2010

11ª coisa completamente aleatória

Como me manter de olhos colados ao monitor parte 2.
Mais um molhinho de gente a dançar.

14 de janeiro de 2010

10ª coisa completamente aleatória

Querem ver alguém perder horas da sua vida a olhar par um monitor?
Metam-me a mim em frente a uma playlist do youtube com vários clips de molhinhos de gente a dançar assim...




13 de janeiro de 2010

9ª coisa completamente aleatória

Eu só posso imaginar o aperto que vai no coração das pessoas que passam horas, dias, semanas a preparar estas autenticas esculturas vivas quando tomba a primeira peça.